O que para muitos pode não fazer a diferença, para nós, estudantes e profissionais de jornalismo, ter um diploma e valorizá-lo após a formação é algo que sonhamos e lutamos para conquistar. Fiquei muito confusa, quando soube que o diploma de jornalismo, não seria mais obrigatório para a contratação de funcionários, ouvi conselhos de todos os tipos, e confesso que ainda não tenho uma idéia concreta sobre o assunto. Acho injusto, pessoas do poder político, tomarem decisões por outras pessoas que entendem da área.
Como um jornalista sem o diploma poderá saber todos os “macetes” da real profissão?Impossível saber de tudo, sem ter passado por uma vida acadêmica completa. Nesse caso, a cultura adquirira e um bom vocabulário, não são os únicos requisitos para o exercício da profissão, e não basta somente amar escrever e ler, pois para qualquer profissão, acima de tudo, tem que gostar de ler e aprender. Uma empresa jornalística digna, que presa por um trabalho de qualidade, jamais admitirá um cidadão que não tem o diploma de jornalismo, para trabalhar frente ás câmeras, microfones, edição e técnicas de reportagem, assim, admitindo uma pessoa sem o diploma, estará admitindo, gradualmente, a má reputação de sua empresa.
Do mesmo modo que muitos não gostaram dessa notícia, alguns se fortaleceram, dizendo que com uma concorrência maior, poderão mostrar mais seus trabalhos, mostrar quem realmente é bom, e quem somente quer entrar no mercado de trabalho, para ocupar um status de jornalista.
Alguns dizem que o diploma não é necessário, porque muitas vezes, falta ética e eficiência nos profissionais do ramo. Isso realmente é verdade, mas a falta desses valores e princípios tem em todas as profissões, independente de obter diploma ou não.
Não há solução para esse fato, o STF (Supremo Tribunal Federal) já tomou suas decisões, e estará sujeito á punições, caso alguém continue pressionando uma reversibilidade. Gilmar, que votou contra a obrigatoriedade, afirma que muitos escritores seguem a profissão ser ter o diploma, e como o jornalismo presa a liberdade de expressão, seria contraditória essa obrigatoriedade. É claro, eles não estão interados nessa profissão, tampouco conhecem os bastidores das noticias para poderem opinar concisamente.
Desse modo, minha futura profissão se encontra abalada e desvalorizada, ressaltando que o mesmo Gilmar citado acima, comparou o jornalismo com cozinheiros, pois não precisam de diploma para saber cozinhar. Não diminuindo o valor dessa profissão, mas acho que não deve ser comparado á nada, cada profissional tem o dever de conhecer sua área, sem analogias. Uma pessoa sem a graduação necessária, não saberá passar as informações de forma correta ao público.
O procurador geral da República, Antônio Fernando de Souza, afirmou que a exigência do diploma age como um obstáculo para profissionais de outras áreas, que poderiam transmitir seus conhecimentos através do jornalismo. Ai está mais uma falta de conhecimento, pois para isso, existem artigos, de jornais e revistas, que são exclusivamente feitos para que profissionais de áreas diferentes possam sanar dúvidas de leitores, ou somente expor suas opiniões.
Assim sendo, não há mais o que ser defendido, a atitude mais madura e inteligente a ser tomada, é concluir o curso de comunicação social, com habilitação em jornalismo, levar a sério cada segundo de aprendizagem, para poder, futuramente, mostrar quem realmente merece o respeito como jornalista, colocar em prática todas as aulas e valorizar essa linda profissão, que sem ela, ninguém estaria informado sobre o mundo em que vivemos.
segunda-feira, 31 de agosto de 2009
Diploma de jornalismo
Pra ser um jornalista é preciso muito mais do que apenas gostar de ler ou escrever bem. È realmente necessário que se conheça as técnicas e as formas como devemos tratar cada situação, a maneira como devemos passar as informações, porque estaremos veiculando noticias para milhares de pessoas, e um pequeno erro pode causar um grande problema.
Eu como acadêmica do curso de jornalismo, penso que uma das coisas mais importantes do curso é a ética, é a qualidade com que as informações são passadas para a sociedade.
E esta ética só será adquirida através da pratica e dos estudos realizados com tempo em que passamos na universidade, pois é enquanto estamos aqui que podemos errar e aprender com nossos próprios erros, ampliar nosso conhecimento, desenvolver um senso critico e aprender a fazer um jornalismo ético, e com responsabilidade social.
Esta questão do diploma vem sendo discutida desde 1997 quando a profissão foi regulamentada, em 2001 a juíza federal Carla Abrantkoski Rister concedeu liminar a uma ação civil pública onde a profissão poderia ser realizada por qualquer pessoa que portasse diploma de nível superior, contudo em 2005 o diploma jornalístico voltou valer. E hoje estamos vivendo novamente esta discussão.
Um dos argumentos usados para a queda do diploma jornalístico foi a censura.
Segundo o ministro Ricardo Lewandowski, o diploma era um "resquício do regime de exceção", que tinha a intenção de controlar as informações veiculadas pelos meios de comunicação e de manter afastados das redações os políticos e intelectuais que fossem contra ao regime militar.
Penso que este argumento é totalmente errado, pois sabemos através do estudo, que qualquer pessoa tem a liberdade de escrever e de se expressar por qualquer meio de comunicação, pois o jornalismo é uma atividade que promove interação entre as pessoas e a troca de opinião. Por isso existem os artigos que são escritos por especialistas como médicos, dentista, engenheiros que escrevem assuntos de seus conhecimentos, porem não podem ser considerados jornalistas, pois não tem o conhecimento técnico e ético que um jornalista precisa ter para exercer a profissão. Se pararmos para analisarmos, então outras profissões também estão correndo o mesmo risco. Pois um pedreiro faz as mesmas atividades que um engenheiro, apenas não tem o mesmo conhecimento de um engenheiro que cursou a faculdade.
E toda esta discussão acaba envolvendo não apenas os jornalistas que estão sendo desvalorizados, mas também a sociedade, pois todo o jornalista tem um compromisso social, de informar com imparcialidade, mostrar os diversos lados de uma historia. E o fato do diploma não ser mais obrigatório faz com que entrem nesta área da comunicação pessoas mais facilmente controladas, que não sabem as normas e as regras do jornalismo, com mão de obra mais barata, e que não estão preparadas para assumir este compromisso com a sociedade, o que pode comprometer a informação, a verdade, e a responsabilidade social.
Porém não podemos fugir da realidade, a obrigatoriedade do diploma jornalístico não existe mais, e precisamos nos adaptar a esse fato, agora mais do que nunca é necessário que todos os acadêmicos de jornalismo, estudem ao máximo, por que a partir de agora, estamos competindo com pessoas que são “jornalistas” mesmo sem ter cursado uma faculdade com esta habilitação. Portanto ao sairmos da universidade não podemos ser apenas mais um jornalista, mais sim, “O jornalista” aquele que faz a diferença.
Eu como acadêmica do curso de jornalismo, penso que uma das coisas mais importantes do curso é a ética, é a qualidade com que as informações são passadas para a sociedade.
E esta ética só será adquirida através da pratica e dos estudos realizados com tempo em que passamos na universidade, pois é enquanto estamos aqui que podemos errar e aprender com nossos próprios erros, ampliar nosso conhecimento, desenvolver um senso critico e aprender a fazer um jornalismo ético, e com responsabilidade social.
Esta questão do diploma vem sendo discutida desde 1997 quando a profissão foi regulamentada, em 2001 a juíza federal Carla Abrantkoski Rister concedeu liminar a uma ação civil pública onde a profissão poderia ser realizada por qualquer pessoa que portasse diploma de nível superior, contudo em 2005 o diploma jornalístico voltou valer. E hoje estamos vivendo novamente esta discussão.
Um dos argumentos usados para a queda do diploma jornalístico foi a censura.
Segundo o ministro Ricardo Lewandowski, o diploma era um "resquício do regime de exceção", que tinha a intenção de controlar as informações veiculadas pelos meios de comunicação e de manter afastados das redações os políticos e intelectuais que fossem contra ao regime militar.
Penso que este argumento é totalmente errado, pois sabemos através do estudo, que qualquer pessoa tem a liberdade de escrever e de se expressar por qualquer meio de comunicação, pois o jornalismo é uma atividade que promove interação entre as pessoas e a troca de opinião. Por isso existem os artigos que são escritos por especialistas como médicos, dentista, engenheiros que escrevem assuntos de seus conhecimentos, porem não podem ser considerados jornalistas, pois não tem o conhecimento técnico e ético que um jornalista precisa ter para exercer a profissão. Se pararmos para analisarmos, então outras profissões também estão correndo o mesmo risco. Pois um pedreiro faz as mesmas atividades que um engenheiro, apenas não tem o mesmo conhecimento de um engenheiro que cursou a faculdade.
E toda esta discussão acaba envolvendo não apenas os jornalistas que estão sendo desvalorizados, mas também a sociedade, pois todo o jornalista tem um compromisso social, de informar com imparcialidade, mostrar os diversos lados de uma historia. E o fato do diploma não ser mais obrigatório faz com que entrem nesta área da comunicação pessoas mais facilmente controladas, que não sabem as normas e as regras do jornalismo, com mão de obra mais barata, e que não estão preparadas para assumir este compromisso com a sociedade, o que pode comprometer a informação, a verdade, e a responsabilidade social.
Porém não podemos fugir da realidade, a obrigatoriedade do diploma jornalístico não existe mais, e precisamos nos adaptar a esse fato, agora mais do que nunca é necessário que todos os acadêmicos de jornalismo, estudem ao máximo, por que a partir de agora, estamos competindo com pessoas que são “jornalistas” mesmo sem ter cursado uma faculdade com esta habilitação. Portanto ao sairmos da universidade não podemos ser apenas mais um jornalista, mais sim, “O jornalista” aquele que faz a diferença.
segunda-feira, 3 de agosto de 2009
Michael Jackson, na mídia ate depois da falência

O tabloide inglês "The Sun" afirma em sua página na internet que, segundo fontes ligadas às autoridades que investigam o caso, um assistente teria dado a injeção do anestésico Demerol a Michael Jackson na noite da morte do astro. Na hora, o médico do cantor, Conrad Murray, estaria dormindo.
Fonte: www.ego.com.br
E ainda segundo o site Ego, em uma pesquisa feita, Michael Jackson era: 43% talentoso, 21% gente boa e 15% polêmico. Você concorda?
O primeiro dia de um blog
Bom, aqui estamos, eu e toda a minha sala de jornalismo, na primeira aula de informática aplicada a comunicação. Eu não sou muito familiarizada com informática, mas estou tentando aprender um pouco mais, por causa da minha futura profissão e também porque é uma matéria que eu necessito cursar para completar a faculdade. Pois antes de termos esta materia eu ocupava a internet apenas para lazer, como msn, orkut, e-mails e pesquisas. No momento estou meio perdida e não tenho algum conteúdo que chame a atenção do leitor, mas comprometo a postar algo interessante assim que possível. Milhões de beijinhos para os meus milhares de leitores e até a próxima.
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